O Procon-VG está promovendo ao longo desta semana uma ação de panfletagem dentro de agências bancárias com o objetivo de alertar a população sobre golpes, em especial, o do falso funcionário bancário.
De acordo com a coordenadora do Procon-VG, Carolina Moreira, um dos golpes mais recorrentes é o do falso ajudante bancário. Nessa prática, criminosos se passam por atendentes de instituições financeiras, convencem consumidores a entregar cartões e senhas, realizam empréstimos fraudulentos e transferem valores para outras contas. Esses golpes têm ocorrido durante o expediente bancário, quando os criminosos se aproveitam do movimento intenso das agências para se passarem por funcionários terceirizados, confundindo os consumidores e ganhando sua confiança.
Durante uma das abordagens realizadas nesta quarta-feira, dia 1º de outubro, em uma agência bancária do bairro Cristo Rei, a equipe do Procon conseguiu impedir que um idoso fosse vítima desse tipo de golpe e perdesse todo o seu benefício. A equipe do Procon abordou o suspeito, porém, ele fugiu de forma imediata. A vítima foi orientada e registrou boletim de ocorrência do fato. A gerente da agência providenciou a troca da senha do cliente e adotou todas as medidas de segurança necessárias para evitar o prejuízo financeiro.
“Infelizmente, é um golpe que ainda atinge muitas pessoas, sobretudo idosos. Estamos realizando este trabalho justamente para alertar e orientar a população sobre como agir diante dessas situações”, destacou Carolina.
Na ação, estão sendo distribuídos folders com orientações práticas de segurança. O Procon recomenda que os consumidores não aceitem ajuda de pessoas estranhas ou não identificadas, busquem apoio apenas com funcionários devidamente credenciados e nunca entreguem cartão ou senha a terceiros.
“São medidas simples, mas extremamente eficazes para garantir a segurança financeira. Em caso de suspeita, o consumidor deve acionar as forças de segurança e registrar boletim de ocorrência. Além disso, o Procon-VG está à disposição para auxiliar os consumidores em eventuais prejuízos decorrentes dessas práticas”, completou a coordenadora.