A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, foi efetivada como soldado da Polícia Militar de São Paulo nesta sexta-feira (17), conforme publicação no Diário Oficial. A medida ocorre duas semanas após o disparo que matou Thawanna Salmázio, na Zona Leste da capital.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, não houve promoção, mas sim equiparação salarial prevista pela Lei nº 18.442, sancionada em abril de 2026, que extinguiu a divisão entre soldados de 1ª e 2ª classe. A corporação informou que Yasmin permanece afastada das ruas e é investigada pela Corregedoria da PM e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O caso aconteceu em Cidade Tiradentes, na madrugada de 3 de abril. Thawanna caminhava com o marido quando o casal discutiu com policiais após o toque no retrovisor de uma viatura. Durante a abordagem, Yasmin efetuou o disparo que atingiu a vítima no peito.
Imagens de câmera corporal mostram que a vítima esperou mais de 30 minutos pelo resgate, apesar da proximidade de bases do Corpo de Bombeiros. O Instituto Médico Legal apontou hemorragia interna aguda como causa da morte. Especialistas afirmam que a demora no atendimento contribuiu para o agravamento do quadro.
O episódio gerou questionamentos sobre protocolos da corporação e motivou pedidos de investigação por parte da Ouvidoria da Polícia.
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