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Gratuita, Escolinha Paralímpica leva esporte a jovens com deficiência

A Escola Paralímpica de Esportes, que promove a iniciação de crianças e adolescentes em até 15 modalidades paralímpicas, retomou esta semana as atividades após as férias escolares. O projeto é gratuito e ocorre no Centro de Treinamento Paralímpico, que fica no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, na zona sul da capital paulista.

As inscrições para o projeto, apelidado de Escolinha Paralímpica, são gratuitas e podem ser feitas neste link, no site do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Os participantes devem ter RG, CPF, laudo médico sobre a deficiência, atestado médico de aptidão à prática esportiva e boletim escolar digitalizados. A entidade tem o e-mail escolaparalimpica@cpb.org.br para quem procura mais informações.

A Escolinha atende às segundas e quartas-feiras e às terças e quintas-feiras, em dois horários: das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Os jovens recebem uniforme e lanche durante o período em que estiverem no CT Paralímpico. O CPB ainda disponibiliza transporte em locais estratégicos da região metropolitana de São Paulo.


22.07.25 -Camping Escolar Paralímpico no CT Paralímpico, em São Paulo. Foto: Alessandra Cabral/CPB
22.07.25 -Camping Escolar Paralímpico no CT Paralímpico, em São Paulo. Foto: Alessandra Cabral/CPB

A bocha é uma das 15 modalidades esportivas oferecidas na Escola Paralímpica, que funciona no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP), situado no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, na zona sul da capital paulista – Alessandra Cabral/CPB/Direitos Reservados

O projeto oferece 15 modalidades que integram o programa dos Jogos Paralímpicos: atletismo, badminton, bocha, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, judô, natação, paraesgrima (também chamada de esgrima em cadeira de rodas), rugby em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, triatlo e vôlei sentado. Atualmente, são atendidas 477 crianças com deficiências física, visual e intelectual.

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Entre os jovens apresentados ao esporte paralímpico na Escolinha, que iniciou em 2018, um já chegou à Paralimpíada. No ano passado, o maranhense André Martins, da bocha, esteve nos Jogos de Paris, na França. Outro destaque é a paulista Alessandra Oliveira, ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago, no Chile, nos 100 metros nado peito da classe S4 (que é intermediária para nadadores com deficiências físico-motoras) e que foi convocada para o Mundial de Singapura, no próximo mês de setembro.

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