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Presidente da Aprosoja MT diz que tarifaço não afeta agro, mas novas sanções podem trazer prejuízos | HiperNotícias

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lucas Costa Beber, disse ao HNT que a cadeia produtiva que a entidade representa não será afetada neste primeiro momento pelo tarifaço do presidente norte-americano, Donald Trump. Porém, Costa Beber alertou que é necessário um esforço do presidente Lula (PT) para pacificar a guerra comercial com os Estados Unidos (EUA) para que novas sanções não sejam promovidas contra o Brasil, o que poderia render prejuízos ao setor da soja e do milho. 

Lucas explicou que ao decidir não tributar os combustíveis, Trump trouxe alívio aos produtores mato-grossenses que dependem, principalmente, do diesel para operar os máquinários nas propriedades e transportar os graõs. O presidente da Aprosoja ainda ressaltou que o Brasil ainda não é um forte gerador de tecnologia voltada ao agro, dependendo do que é desenvolvido nos EUA. 

LEIA MAIS: Dia do tarifaço de 50% chega com Lula e Trump ainda sem diálogo

“Para nós da soja e do milho, não vai afetar muito. O que nos preocupa é o nosso governo continuar batendo, brigando com a economia que detém um terço da riqueza mundial, que é os Estados Unidos, ou seja, é uma briga que jamais nós vamos vencer e toda a nossa tecnologia de agricultura, todos os sistemas que o nosso Brasil usa é dependente dos Estados Unidos”, falou Lucas Costa Beber nesta quarta-feira (6) na abertura do V Simpósio Técnico da Aprosoja MT no Cennarium Rural, em Cuiabá. 

Costa Beber destacou que Trump ameaça escalar as sanções contra o Brasil se Lula continuar negociando com a Rússia, deixando o governo federal em uma posição difícil uma vez que dois terços do combustível comercializado no país vem da nação presidida por Vladimir Putin e a última parte, dos Estados Unidos.

“Nós importamos 25% do combustível acabado que utilizamos no Brasil, dentre eles o óleo diesel, que é responsável pela produção agrícola e também pelo transporte de alimentos até os portos. Hoje 25% do diesel nós importamos, sendo que aproximadamente um terço dos Estados Unidos e dois terços da Rússia”, detalhou.

Mas além da questão econômica, o presidente da Aprosoja ressaltou que o principal reflexo do conflito com Trump é a instabilidade política que se aprofunda no governo Lula. 

“Então, se vierem mais sanções, a nossa produção de alimentos fica ameaçada e isso vai trazer instabilidade econômica, política e vai colocar em risco a nossa segurança alimentar e o nosso governo no mercado internacional de exportação de alimentos”, concluiu Lucas. 

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