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Taques coloca pedra no passado e sela união com a esquerda: “ficou para trás” | HiperNotícias

André Paulino/Hiper Notícias

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Pedro Taques (PSB), afirmou que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do qual foi apoiador em 2016, ficou no passado, sinalizando que superou as desavenças com o partido. A declaração foi feita nesta quinta-feira (30), durante conversa com a imprensa na convenção da Federação Brasil da Esperança, formada pelos partidos PT, PCdoB e PV.

Taques foi questionado pelos jornalistas se a divergência com o PT e com seus eleitores já estaria totalmente superada após diferenças políticas, sobretudo pelo apoio dado, ao que para parte da base eleitoral da esquerda classifica como golpe. 

“Foi uma construção nacional! Sobre o impeachment da Dilma, isso ficou para trás, o próprio vice-presidente Alckmin estava junto comigo. Mas, o que o presidente Lula e o Alckmin fizeram foi uma demonstração de uma aliança para o Brasil. É isso que nós estamos aqui buscando”, destacou. 

O pré-candidato reforçou seu apoio a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula (PT), afirmando que essa é melhor opção para o Brasil e não tem vergonha de assumi-la. Apesar disso, ele enfatizou ser um candidato independente, que não segue a onda da maioria. 

“O senador não pode ser senador do presidente da República, é senador da República! Eu sou uma pessoa independente, incabrestável, maria vai com as outras está do lado de lá. Eu vou sim defender o presidente Lula, o presidente Alckmin. Eu sou do PSB, não tenho vergonha disso, vou defender o que é melhor para o Brasil”, declarou. 

Taques ainda afirmou que também irá pedir voto para o senador Carlos Fávaro (PSD) e pré-candidato à reeleição, que também teve a candidatura homologada durante a convenção. 

“É muito interessante que nós possamos pedir voto um para o outro, espero que isso ocorra, mas eu não posso obrigar ninguém a pedir voto pra mim, eu tenho que conquistar o cidadão. É isso que eu vou fazer”, falou. 

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